sexta-feira, 19 de agosto de 2016

"A Bruxa de Blair" ganha sequência após 16 anos.

O filme que marcou uma geração inteira de jovens que iam ao cinema e saim convencidos de que aquilo tudo era mesmo real, vai ganhar uma nova sequência.

''A Bruxa de Blair'' criou um novo modo de se fazer filmes de Terror, o famoso Found Footage, popularizado nos tempos atuais pelos filmes Atividade Paranormal e VHS. 

Muitas pessoas esperaram anos por isso, já que o segundo filme (A Bruxa de Blair: O Livro das Sombras) decepcionou o público em geral.

Previsto para ser lançando em 22 de setembro, ''A Bruxa de Blair 3'' promete não decepcionar dessa vez.

Ao que parece a história vai trazer o irmão que busca a irmã desaparecida no primeiro filme lançado em 1999.

(Na minha opinião os tempos modernos tiraram completamente aquele Q de realidade que os antigos filmes passavam, hoje em dia o público tem certa noção do que esperar. Uma exceção pode ser feita ao filme VHS que traz um estilo completamente amador, o que traz mais ''realidade'' pra quem assiste.)

Link para o trailer dublado logo abaixo:


https://www.youtube.com/watch?v=ngcIvTPE_Ig





Porque Está Triste? (Part1)

Faz muito tempo que eu não vou até a casa do meu irmão, éramos muito amigos.

Infelizmente ele tinha certas manias um tanto excêntricas, isso fez com que eu me afastasse dele.

O aniversário dele está chegando e eu pensei em levar um bolo pra comemorar e quem sabe me reaproximar dele.

Mas lembrei que ele não gosta de surpresas então vou ligar pra ele.

(Ligação)
-... Alô
-. Billy?
-. Sim... quem fala?
Sou eu irmão, o Josh, será que lembra de mim? Haha
Billy.- Claro, não seja idiota rs.
Josh.- O que quer de presente? É só dizer! Vou aí mais tarde.
Billy.- Qualquer coisa?
Josh.- Qualquer coisa, com tanto que seja desse mundo haha.
Billy.- Quero um gato.
Josh.- Ok! rs.
Billy.- Tchau!

Ok, ele acabou de desligar na minha acara, eu já devia esperar isso..

Minha vizinha estava doando alguns filhotes, acho que vou pedir um.

Josh.- Mary! Você ainda tem filhotes pra doar?
Mary. – Você deu sorte, tenho apenas eu. Pode pegar!
Josh.- Obrigado vizinha.


Tudo certo, agora é só pegar a estrada e ir encontrar o meu irmão..

(Deixe um comentário e avalie, compartilhe com amigos.)

sexta-feira, 15 de julho de 2016

SCP-1535 "Purgatório"

Item #: SCP-1535

Classe do Objeto: Seguro

Procedimentos de contenção
especiais: SCP-1535 deve ser mantido em um armário de segurança na Área-18. O objeto deve ser manuseado com cuidado durante os testes devido à sua natureza frágil. A tampa de SCP-1535, deve ser mantido num armário separado, podendo ser removido apenas durante os testes.


1535.png
SCP-1535-1, durante entrevista
Descrição: SCP-1535 é um frasco de pedreiro de vidro fabricado pela empresa Ball em 1946. SCP-1535 é fisicamente semelhante a um frasco de vidro qualquer.
 
Propriedades anômalas do objeto surgem quando entidades não sapientes, tais como insetos e répteis são colocados dentro e a tampa é fechada.

Entidades presentes no SCP-1535 depois de terem sido sido presas ganham a capacidade de raciocinar, fluência na língua espanhola, familiaridade com o catolicismo, e conhecimento de código Morse. Estas (entidades) do SCP-1535 são referidas como SCP-1535-1. 
Tentativas de abrir a tampa do SCP-1535 sem danificar o mesmo, provaram ser ineficazes enquanto algum SCP-1535-1 vivente estiver localizado dentro. A tampa é removida simplesment quando não contiver mais algum SCP-1535-1 vivo. SCP-1535-1 morre em 1-2 horas depois de ter sido preso, presumivelmente devido à falta de oxigênio. 

Entrevista 1535-1: Um pirilampo é utilizado no seguinte teste para facilitar a comunicação. Testes com espécies de répteis e insetos provaram ter resultados semelhantes.

SCP-1535-1 comunica-se piscar em código Morse.
 
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SCP-1535-1: Pai, é realmente você?

Pesquisador Breen: Sim.

SCP-1535-1: Estou à sua vontade. Você entende a alegria que sinto agora em vê-lo finalmente.

Pesquisador Breen: Diga-me seu nome.

SCP-1535-1: Eu foi nomeado Camilo de Garibay a partir do meu pai, também um servo devoto.
 


Pesquisador Breen: Como você chegou aqui?

SCP-1535-1: Eu segui a luz na escuridão.

Pesquisador Breen: Você poderia ser mais específico? O que aconteceu antes disso?
 
SCP-1535-1: Eu ... bem, como você sabe, eu morri por uma doença pecaminosa. Por favor me perdoe.

Pesquisador Breen: Você está perdoado.


SCP-1535-1: Eu sempre me perguntei, o que acontece agora já que estou aqui? Estou aceito aqui, correto? Eu fui fiel.

Pesquisador Breen: Você está ciente de sua condição atual?

SCP-1535-1: Isso é ... estranho, mas eu não questiono suas ações.


Pesquisador Breen: Obrigado. (Breen fala através do intercomunicador.) Entrevista está concluída, por favor removam SCP-1535.

Mais luz pode ser vista piscando em intervalos crescentes proveniente do SCP-1535-1.

Pesquisador Breen: Um momento, pode ter algo mais aqui.

SCP-1535-1: Eu tenho sido fiel! Eu destruí os homens maus por você! Por favor! Por favor, deixe-me entrar! Por favor!
 


Pesquisador Breen: ...

SCP-1535-1 começa a voar violentamente, colidindo com as paredes antes de cair para o fundo.

SCP-1535-1: É este o inferno?

Pesquisador Breen: Na verdade não.

 
Entrevista Concluído
 


O SCP-1535-1 não se comunica mais. SCP-1535-1 morre em 2 horas.

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 Nota do Pesquisador: Até agora, todas as entidades SCP-1535-1 afirmam ser residentes da Espanha castelhano, na qual viveram entre os anos de 1500 e 1600.

Para mais SCPs traduzidos, acesse: SCP Wiki PT-BR

quarta-feira, 13 de julho de 2016

A Dor do Devorador

A dor do Devorador.

 Existem muitos céus por baixo deste céu noturno, ainda mais fortuitos e assombrosos do que dos céus diurnos. Pois nestes céus vivem as criaturas do dia e da noite, já nos iluminados apenas os brilhantes se encaram. Não sei lhe dizer ao certo quem sou, se o que fui é real, ou se o que conto tem sentido ou razão, mas apenas quero contar, revelar o que meu coração nesse momento guarda, uma mistura inócua de culpa e prazer. 
 
Minha existência é um dos mais ternos enigmas, aposto que me consideraria uma fantasia, um silvo do passado, apenas uma ideia. De certa forma sou, da forma que me escrevo e que me imagino, tanto que posso mudar em um salto. O peso de minhas memórias são tão reais quanto os desejos sórdidos em meu peito, podem parar de existir em qualquer lampejo, e logo serei outra pessoas. Mas, uma coisa é certa, este outro terá o meu mesmo alimento, o sangue que corre por seu pescoço e é desperdiçado por sua fala, o calor de suas veias que atiça minhas entranhas. Pois sou como o fogo, o eterno fogo que queima, e você criatura, é o meu alimento. Porém, se desesperar seria estupidez, pois como digo: Somos os seres do 3, o Criador, a Criatura e o Devorador.

Não posso ser tocado, a não ser por outros dos meus mesmos. Tenho em mim os desejos, tenho em mim a eterna diversão. Pois nunca me verá realmente triste, nunca me verá realmente cansado, e nunca me verá realmente farto, mas pode me ver colérico, na cólera da fome e o divertimento no terror. Lhe peço, não queira ver essa face, pois teu sangue escorrerá enquanto eu falo, e tua vida se esvairá para minha diversão, e depois que estiver em seu leito não terei arrependimentos, pois não serei mais este eu que vos fala. Serei o próprio alento do medo.

É do Devorador que vocês tem medo, e não lhes tiro o motivo. Somos a ânsia, a ganancia e o mais vivido poder. Somos a vida que leva a morte, o breu que carrega a luz individual. Temos nossas tochas acesas, mas fazemos de vocês nosso alimento. Sua vida queima em nossas veias, ironicamente é para isso que servem muito de vocês. Assim como o gado no cerco muitos vivem, até alguns de nós. Regozijo-me nessa possibilidade, hora ou outra encontro um dos meus, sofrendo e correndo como um dos seus. É tão triste, mas me vejo tão alegre, pois imagino como ele se sentirá quando perceber que é um Devorador, pois ele há de perceber, pois não somos tolos, nenhum de nós é. E nem você, que está lendo, mas será se não perceber um de nós no escuro. Mas o que poderá fazer, não é? Oferecer seu sangue de bom grado? Essa seria uma escolha divertida, mas pode experimentar correr, claro que pode. Espero que seja bem rápido, adoramos testar o quão melhores ficamos depois da última alimentação.

Acontece que muitos de nós sentem-se culpados. Sentem-se tristes e desesperados com suas condições, com seus objetivos. É fácil de entender, eu também senti. Acontece que mesmo nestes momentos, existe uma gargalhada em nosso interior, existe um prazer incompreensível na culpa e no desastre. Mas não se exalte, mortal, o fato de você ser desajustado não lhe classifica como um Devorador. Não é um dos meus o que não reconhece a bondade, aqueles que não possuem glória são resíduos, vá atrás de um terapeuta, reles estúpido. Tua vitalidade apenas envenenaria um iniciante dos meus.

Os iniciantes possuem 4 escolhas quando encontram consigo: Rejeitar quem são, dizendo a si mesmos que deve haver algum engano, ou apenas está imaginando; Adentrar no caminho e sentir culpa por estar fazendo isso com seus semelhantes, o sangue é delicioso, e o poder... ah o poder... Luminoso, mas a culpa que fica é amarga e escura; Reconhecer quem é, e devorar sem medo ou culpa, chegando a tornar-se desenfreado e... Aborrecedor; E reconhecer quem é, e porque é assim, e devorar na medida exata, no tempo exato, e nunca, nunca perder uma oportunidade fortuita, isto seria um pecado, afinal: ‘Que Devorador rejeita o prazer saudável?’ Veja bem, querido ou querida leitora: Saudável. A imortalidade não é mantida por sanduíches ou Nutella. Ou por prostitutas gratuitas, ou pagas.

Acontece, que cada um de nós passamos pelas 4 fases iniciais, alguns tentam fugir e correr, mas alguma hora surtam e devoram tudo ao redor. E isso é perigoso, até para nós. Embora saibamos punir os nossos descontrolados. 

Também podemos ‘criar’ devoradores, claro que sim, sempre é bom ter um companheiro de caça, o problema é que vocês humanos são duvidosos. Muito duvidosos. Alguns ficam fascinados com o poder, e perdem a culpa tão rápido que é de se espantar, muitos dos ‘transformados’ beiram a loucura. E esses são os que vocês caçam. Claro que sim, acham mesmo que um Devorador seria devorado? Que ingenuidade. É quase tão engraçado quanto o mito do imortal sofredor.

- Óh minha amada... Estou a tanto sozinho em minha longa vida solitária...
- E logo estará de novo, pois vivo tão pouco...
- Desejas a imortalidade? Eu posso lhe dar e poderemos correr pelos pastos verdes (e devorar os pastores), e ter piquenique no parque central (observando uma futura vitima pedestre). Por toda eternidade, felizes (pelo sangue dos mortais).
- Não, eu não desejo sua imortalidade, mas não é por que eu não o ame. Amo muito, tanto que amarei na próxima vida. Mas terei que recusar, sou humana, e humana continuarei. Me procure na outra vida... Quando está acabar.
- Assim farei!!!

Um Imortal solitário? Quem em sã consciência iria caminhar pela imortalidade se ainda sente solidão? ; Procurar em outra vida? Me poupe, as pessoas acham que um Devorador é tão desocupado? Nós temos objetivos, temos trabalhos, temos nossa missão, assim como todos da criação, e você quer que eu ti procure? ; Tá... Tudo bem, é uma lembrança antiga, já aconteceu algo assim comigo, admito. Quanto a parte do solitário, eu estava apaixonado, não tenho culpa. E eu até ponderei se iria mesmo atrás dela, mas deixei de lado. Eu ofereci a imortalidade, para uma mortal sentimentalmente instável. Você já pensou o que uma de vocês instável faria se estivesse com raiva de alguém e carregasse o poder de devorar essa pessoa? Pelo Criador, isso seria assustador. Mas agora sou outra pessoa, já passou... Espero... Um dos seus dons, mortais, é o fascínio, a vida que pousa em cada um de vocês. E isso nos encanta tanto quanto o seu sangue corrente, da boca ao estômago.

Um dos maiores erros de vocês foi acreditar que o ser humano não possui um predador natural. Acontece que não somos tão estúpidos a ponto de prendermos nossas presas em cativeiros, sempre apreciamos a caçada. O cheiro do sangue no ar. Mas obviamente do jeito que as coisas estavam indo, a tendência era nós também ficarmos cômodos, mas sabíamos de suas tendências a revoltas. Afinal, somos bons observadores, um dos dons que desenvolvemos. E resolvemos ajuda-los a criar uma sociedade, um lugar supostamente tranquilo, isolado dos animais perigosos e seguro. Com limites reconhecidos a olho nu. Regras do que você pode fazer e para até onde vocês podem ir. Claro, não se pode evitar intrigas entres os habitantes da sociedade, batalhas, lutas que levam à morte, etc. De qualquer forma, isso não lhe lembra bastante um cercado? As vacas também estão supostamente seguras dos outros predadores... E existem as leis e vigilância, graciosamente crescentes, que os impede de fugir. Criamos um ambiente perfeito para os nossos, um Devorador nunca sentirá tanta fome a ponto de gritar, se estiver disposto a se alimentar ao menos de tempos em tempos. Se um dos meus surge entre os mortais, quando ele percebe o que realmente é, precisará apenas olhar para os dois lados, sempre estará cercado de alimento, e irá se desenvolver até nos encontrar, até tomar seu lugar como um Devorador, até sua dor se transformar em alegria, e sua felicidade ser a própria existência.

Não se sintam mal, sério, não quero me esbanjar, ou mostrar o quão superiores nós somos, ou o quanto vocês são manipulados por vocês mesmos e pelos meus mesmos. Mas, o motivo desse escrito é para você, meu querido e adorado iniciante... Você não está sozinho, nunca esteve. Sei que é um pensamento recorrente, sei que talvez nem tenha despertado para a sua natureza, mas saiba... O momento chegará, e nós estaremos lá para dar as graças para o Devorador que você é. E se chegou até aqui, talvez você seja um dos nossos, ou só um mortal curioso, e entretido. Isso não importa muito. Mas, mantenha silencio, amigo, pois o Devorador não existe...

Autor: Luan Almeida

Não Recuse Flores

Ontem eu escrevi uma história, ela fala sobre uma linda moça que anda descalça e veste um longo vestido azul.  

Eu sonhei com ela dias atrás e então coloquei na história, ela me lembra muito uma garota que estudou comigo, ela se chamava Barbara e era a garota mais linda do colégio. 

Todos os dias eu deixava uma flor em cima da cadeira dela, mas ela sempre jogava fora, isso partia o meu coração, mas não guardo magoas. 

Ainda levo flores para ela, mas agora é diferente.... Ela não recusa mais as flores, e nem poderia já que está enterrada no meu jardim. 

(Autor: Andrey M.)
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